sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Professor


PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO

Jô Soares

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Gerenciamento da sua sala de aula

  Seja Consistente em tudo que disser ou fizer

Esperamos que os outros sejam sempre íntegros e consistentes em suas ações para conosco. Os seus alunos e Pais também esperam isso de você.

Voltar atrás à palavra dada, descumprir uma regra, não honrar o que foi combinado ou prometido são faltas gravíssimas. O Professor estará modelando o caráter dos alunos por meio do exemplo do seu próprio caráter.

Por isso, cuidado com o seu modo de falar, talvez você mesmo esteja incitando que os alunos apresentem um linguajar grosseiro, irônico e até desrespeitoso.

Cuidado redobrado com os comentários que você faz pelos corredores e mesmo dentro da sala de aula.
É triste constatar que professores quando encontram outro colega comecem a fazer comentários nada agradáveis a respeito do Governo, do tempo, do trabalho, dos alunos e até mesmo dos Pais.

Ao fazer tais comentários estão revelando que não são confiáveis e dignos e o mais grave de tudo: perdem o respeito de quem está ouvindo.

Por isso, não importa se você é Professor do Ensino Infantil ou do Ensino Médio: seja íntegro nas suas ações e no seu linguajar, tenha sempre atitudes irrepreensíveis.

Crie as regras na sua sala de aula e cumpra-as. Jamais favoreça esse ou aquele aluno, jamais tome partido, procure ser justa , nunca use de retaliações, seja consistente sempre.

Choque Elétrico


Cuidado, está dando choque!
“Cuidado, está dando choque!” Esta expressão de alerta ainda é muito ouvida nos ambientes de trabalho, quando alguém se aproxima de determinados equipamentos. E isso é um mau sinal. Sua repetição indica a precariedade da instalação elétrica, do equipamento e dos dispositivos de proteção.
O choque elétrico é a consequência de um acidente que pode e deve ser evitado: um contato com um material condutor de eletricidade, que não deveria estar energizado naquele momento. Não vamos tratar aqui dos acidentes com eletricistas em quadros, redes aéreas e subterrâneas, painéis e subestações. Esses casos, nós vamos abordar em outra ocasião. Estamos destacando aqui essas incontáveis ocorrências com aqueles que interagem indiretamente com a eletricidade, isto é, todos nós, em nossas casas, nas ruas, em atividades de lazer e, é claro, nos locais de trabalho.
Por definição, o choque elétrico é o efeito que se manifesta no organismo humano quando é percorrido por uma corrente elétrica. Usando uma comparação simples, com base nos dados científicos disponíveis, a intensidade de corrente elétrica que pode começar a causar efeitos indesejáveis no organismo humano é mil vezes menor do que a necessária para fazer funcionar uma lâmpada de 100W. Infelizmente, pouca gente sabe disso e desdenha do perigo de instalações e equipamentos elétricos de baixa tensão.
A maioria das pessoas já passou pela experiência de um choque elétrico e por terem saído ilesas consideram esse tipo de acidente inofensivo. Aplicam o princípio da auto-exclusão quando o assunto é a susceptibilidade aos acidentes. Alguns até acham engraçado “levar um choque”. É a completa banalização do perigo e o desconhecimento sobre a ocorrência estimada de mais de mil mortes por ano, no Brasil, decorrentes de acidentes com eletricidade; muitos deles em situações corriqueiras e em baixa tensão.
Alguns curiosos se orgulham da coragem ao tratar com eletricidade, outros consideram exageradas as medidas de prevenção e há aqueles que acham tudo muito caro. Preferem comprar equipamentos e materiais mais baratos, suprimir dispositivos de proteção e delegar a execução e manutenção da instalação elétrica a um obreiro corajoso, promovido, “por bravura”, à condição de eletricista. Diante de todos esses absurdos, que ocorrem em todos os tipos de ambientes, incluindo os do trabalho, os profissionais de segurança, muitas vezes atônitos com a aparente complexidade do tema, são surpreendidos com acidentes graves e fatais em instalações e serviços de rotina.
Registros de chuveiros, cercas, grades e portões, postes, andaimes, balcões térmicos, bombas e motores diversos, máquinas de solda, refrigeradores, enfim, uma série de equipamentos que deveriam estar cumprindo a sua missão funcional de transformar energia elétrica em frio, calor e movimento, transformam-se em algozes de pessoas inadvertidamente expostas ao risco de contato com suas partes indevidamente energizadas. Por que isso acontece e o que podemos fazer para impedir que continue ocorrendo? Vamos tentar responder e dar algumas sugestões.
Todos os equipamentos e instalações podem apresentar defeito; isso é algo inquestionável. No caso de equipamentos elétricos, uma falha comum é o contato interno dos seus circuitos (fios e cabos) com as partes metálicas que os circundam. Quando isso ocorre, uma parte da corrente elétrica passa a circular pela parte externa desses equipamentos, procurando um caminho de baixa resistência para continuar fluindo. Quando alguém faz contato com esse equipamento, o seu corpo completa esse caminho mais fácil para essa corrente elétrica que quer “fugir” do circuito para o qual ela foi projetada. O corpo humano também oferece uma resistência à passagem da corrente elétrica cujo valor depende, entre outros fatores, do percurso dessa corrente pelo corpo e da resistência da pele nos pontos de contato. Por outro lado, a resistência da pele varia bruscamente com a presença da água, seja a umidade natural do corpo (suor) ou o contato com as mãos ou pés molhados ou em situações com partes do corpo imersas ou encharcadas.
Apenas, para efeito de curiosidade, um valor atribuído à resistência do corpo humano, em ambientes externos, sujeitos à presença de água, é de 1.000 Ω e pode ser menor se ocorrer imersão de partes do corpo, como é o caso de tanques, galerias, caixas de passagem, banheiras e piscinas.
Ao percorrer o corpo humano, essa corrente elétrica causa danos, temporários ou permanentes, ao sistema nervoso; gera contrações musculares dolorosas, prolapso (deslocamento permanente de órgãos internos) e pode alterar o funcionamento de músculos vitais como o diafragma e o coração. Além disso, toda vez que ocorre a passagem de corrente elétrica, há dissipação de calor, podendo causar queimaduras na pele e em órgãos internos.
Ora, se os equipamentos e instalações elétricas estão sujeitos a falhas e elas podem expor as pessoas ao risco de contato, com consequências graves e previsíveis, é natural que sejam adotadas medidas de controle. Essas medidas são conhecidas e previstas nas normas técnicas de instalações elétricas e a sua adoção é obrigatória de acordo com inúmeros instrumentos da legislação vigente, desde o código de defesa do consumidor, até a regulamentação trabalhista específica (NR-10), passando por alguns outros menos conhecidos, mas que servem de reforço ou respaldo; se é que isso é coisa necessária para se fazer o que é certo.
“Faça a coisa certa.” Esta é a principal recomendação quando o assunto é a segurança das pessoas que podem estar expostas ao perigo. Não há muitas novidades em medidas de proteção contra choques elétricos. Os conceitos básicos são antigos, pois estamos falando de aterramento por meio de condutores de proteção (fio-terra), tomadas e plugues com três pinos para permitir a conexão do fio-terra até o quadro de distribuição, dispositivos de proteção diferencial, duplo isolamento de ferramentas elétricas manuais, fios e cabos protegidos em eletrodutos e bandejas (eletrocalhas), circuitos protegidos por disjuntores e fusíveis, inspeções e testes periódicos no sistema de aterramento, utilização de extra-baixa tensão para locais com possibilidade de contato em imersão (banheiras e piscinas, por exemplo).
Não se espera que os profissionais de segurança dominem toda essa tecnologia. O nosso papel é fazer valer a nossa capacidade de percepção de risco e exigir dos especialistas, sejam eles os engenheiros, eletrotécnicos ou eletricistas, a comprovação da obediência às prescrições técnicas de projeto, operação e manutenção das instalações. Vale destacar que o eletricista é o executor dos serviços, cuja especificação deve estar sob a responsabilidade técnica de um engenheiro ou de um eletrotécnico, dependendo das características da instalação.
Se há contato com equipamentos elétricos, há o risco de energização acidental. Basta que a tensão da instalação seja igual ou superior a 50 volts. E isso vale no Brasil e em qualquer lugar do mundo. É um dado que deve estar previsto nas análises de risco. Ainda mais nos ambientes de trabalho, pois os acidentes com eletricidade apresentam uma taxa de gravidade mais alta do que a média dos outros tipos de acidentes de trabalho.
O choque elétrico mata, mesmo em baixa tensão, e com equipamentos e instalações rotineiras. Sem medidas de proteção adequadas não há como escapar; é apenas uma questão de tempo. Não basta pensar sobre o assunto, é preciso agir. E isso vai muito além do cumprimento de uma norma ou regulamento, como é o caso da NR-10, é uma mudança de cultura, é a implantação de uma cultura de segurança.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

DICAS PARA VERIFICAÇÃO EM UMA INSTALAÇÃO ELÉTRICA II

1. Não manusear aparelhos elétricos e instalações elétricas quando houver contato com
água, pode provocar acidentes fatais.
2. Ao lidar com eletricidade, procurar usar calçado de sola de borracha grossa e entérica,
evitando possíveis choques.
3. Nunca segurar dois fios ao mesmo tempo. O contato simultâneo com os dois pode
ocasionar passagem de corrente elétrica e uma possível parada cardíaca.
4. Quando tiver que lidar com as instalações elétricas, isolar sempre o fio que acabou de
mexer antes de desencapar o outro.
5. Em caso de necessidade de corte de energia, sobretudo quando houver dúvida de qual é
o disjuntor específico, desligar o disjuntor geral primeiro.
6. Parte da instalação não funciona:
• Verificar no quadro de distribuição se o disjuntor daquele circuito não está desligado;
em caso afirmativo, religá–lo.
• Se ao religá-lo ele voltar a desarmar, solicite a assistência de um técnico habilitado,
pois duas possibilidades ocorrem:
o O disjuntor está com defeito e deverá ser substituído por outro;
o Existe algum curto-circuito na instalação e será necessário reparo.
7. Disjuntor do quadro de distribuição desarmando com freqüência:
• Verificar se existe algum mau contato elétrico (conexões frouxas), que é sempre
fonte de calor, o que afeta a capacidade dos disjuntores; nesse caso, um simples
reaperto nas conexões resolverá o problema.
• Outra possibilidade é que o circuito esteja sobrecarregado com instalação de novas
cargas, cujas características de potência são superiores as previstas no projeto; tal
fato deve ser rigorosamente evitado.
• Verificar se existe algum aparelho conectado ao circuito em questão, com problema
de isolamento ou mau contato, que possibilite fuga de corrente.
8. Superaquecimento do quadro de distribuição
• Verificar se existe conexões frouxas e reapertá-las.
• Verificar se existe algum disjuntor com aquecimento acima do normal, isto pode ser
provocado por mau contato interno do disjuntor devendo o mesmo ser
imediatamente desligado e substituído.
9. Chuveiro elétrico não esquenta a água:
• Verificar se a chave de proteção no quadro de distribuição está desarmada; caso
esteja, religá-la.
• Persistindo o problema, verificar se não ocorreu a queima da resistência do chuveiro
elétrico; se for o caso, substituí-la.

DICAS PARA VERIFICAÇÃO EM UMA INSTALAÇÃO ELÉTRICA

Este documento criado com base no capítulo 7 da Norma de Instalações Elétricas de Baixa
Tensão, NBR5410/04, tem o objetivo de auxiliar os profissionais nos procedimentos em uma
verificação nas instalações elétricas antes da entrega da obra.
Itens a serem verificados:
1) Verifique se há um projeto da instalação elétrica ou reforma de acordo com o que foi
instalado.
2) Caixas de ligação devem estar sempre tampadas.
3) Os produtos e dispositivos de proteção (Disjuntores, Fios e Cabos,Reatores e Lâmpadas
Fluorescentes, Interruptores e tomadas) devem possuir o selo do INMETRO
4) As emendas dos fios e cabos não podem estar dentro de eletrodutos, ou seja, devem
estar sempre dentro das caixas de passagens, e devem estar bem isoladas.
5) As tomadas devem ser do tipo com contato de aterramento, ou seja, 2 pólos e terra.
6) O fio terra deve estar instalado em todas as tomadas e pontos de iluminação e deve ser
com capa nas cores verde e amarelo, ou simplesmente verde.
7) Os circuitos de iluminação não devem estar junto com os circuitos que atendam
tomadas, somente em casos especiais – Verifique as restrições na norma NBR5410/04
8) Os circuitos de iluminação devem ser instalados com fio de seção maior ou igual a
1,5mm2.
9) Os circuitos de tomadas de uso geral devem ser instalados com fio de seção maior ou
igual a 2,5mm2.
10) Tem que haver pelo menos 1 (um) DR – Dispositivo Diferencial Residual – de 30mA
instalado no quadro de distribuição, porém o ideal é ter mais que um por quadro.
11) Verifique se algum condutor neutro foi usado como condutor de proteção (fio terra) e em
caso positivo elimine-o.
12) Os eletrodutos devem possuir folga de aproximadamente 50% em seu interior.
13) O quadro de distribuição deve possuir proteção para que os usuários não tenham acesso
as partes vivas.
14) O Quadro de distribuição não deve ser de material combustível como madeira, por
exemplo, e deve ser identificado na parte externa.
15) O quadro deve estar localizado longe de áreas molhadas (Box), fonte de gás, e tem que
estar desobstruído para fácil acesso.
16) Os dispositivos de proteção (Disjuntores, Fusíveis, DR) devem possuir identificação para
que o usuário identifique a que circuito cada proteção pertence.
17) A cor do fio neutro deve ser sempre azul clara.
18) Teste o DR acionando o botão de teste. Este deve interromper a passagem da corrente
elétrica e poder ser rearmado sem problemas.
19) Verifique a continuidade do Condutor de proteção (Fio terra) medindo com um
Ohmímetro desde a conexão com a tomada até a conexão com o eletrodo de
aterramento.
20) Verifique se o eletrodo de aterramento existe (se não esta danificado, corroído, ou
interrompido) e esta conectado ao fio terra. Verifique também que esta conexão esteja
firme.
21) Verifique se não há fios soltos (fora de eletrodutos, bandejas etc) no piso, nas paredes,
no teto, mesmo que sobre forros ou revestimentos.
22) Após todas esta providências, verifique o funcionamento operacional da instalação, como
tomadas e lâmpadas e interruptores funcionando corretamente, e se não há algum
componente visualmente danificado.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO




O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.Exige, é rude.
Elogia, é debochado.O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!


Jô Soares
 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Conhecendo o computador

http://www.youtube.com/watch?v=gNsVwWXtS7s&NR=1

Conhecendo o computador

http://www.youtube.com/watch?v=gNsVwWXtS7s&NR=1

Reforma

http://www.fmu.br/game/home.asp

Webqust

Webquest

Conforme já pesquisado pelos colegas e, segundo consta em vários sites pesquisados “o conceito foi criado em 1995 por Bernie Dodge, professor estadual da Califórnia (EUA) tendo como proposta metodológica o uso da Internet de forma criativa. A Webquest é uma atividade investigativa onde as informações com as quais os alunos interagem provêm da internet. Sua elaboração É feita por um professor para ser solucionada por alunos reunidos em grupos.
Seus recursos Também chamados de fontes, os recursos podem ser livros, vídeos e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas da Web.
Tipos
Bernie Dodge define a Webquest em:
Curta: Leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e seu objetivo é a integração do conhecimento.
Longa: Leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos em sala de aula e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos.
A Webquest é constituída de sete seções:
- Introdução - Determina a atividade.
- Tarefa - Informa o software e o produto a serem utilizados.
- Processo - Define a forma na qual a informação deverá ser organizada (livro, vídeos etc).
- Fonte de informação - Sugere os recursos: endereços de sites, páginas da Web.
- Avaliação - Esclarece como o aluno será avaliado.
- Conclusão - Resume os assuntos explorados na Webquest e os objetivos supostamente atingidos.
- Créditos - Informa as fontes de onde são retiradas as informações para montar a webquest, quando página da Web coloca-se o link, quando material físico coloca-se a referência bibliográfica. É também o espaço de agradecimento às pessoas ou instituições que tenham colaborado na elaboração. Objetivos Educacionais
- O educador moderniza os modos de fazer educação (sincronizado com o nosso tempo/internet).
- Garante o acesso à informação autêntica e atualizada.
- Promove uma aprendizagem cooperativa.


Desenvolver habilidades cognitivas
“Aprendizagens significativas são resultados de atos de cooperação, as WQs estão baseadas na convicção de que aprendemos mais e melhor com os outros do que sozinhos.”

- Favorece as habilidades do conhecer (o aprender a aprender).
- Oportuniza para que os professores de forma concreta se vejam como autores da sua obra e atuem como tal. (acessar, entender e transformar).
- Favorece o trabalho de autoria dos professores.
- Incentivar a criatividade dos professores e dos alunos que realizarão investigações com criatividade.
- Favorecer o compartilhamento dos saberes pedagógicos, pois é uma ferramenta aberta de cooperação e intercâmbio docente de acesso livre e gratuito”.
O que se observa é que o webquest é um recurso valioso no ensino aprendizagem, pois não apenas retira a informação da internet, mas configura em conhecimento, mediado pelo professor. Pois, sendo um trabalho em etapas / seções (sete), o aluno vai vivenciando experiências e interagindo com o grupo. Além disso o professor constrói o que chamamos sequência didática, dando sentido ao fazer pedagógico.

O tricolor voltou

"Após sete anos longe da elite, o Bahia finalmente retornou à primeira divisão do futebol brasileiro neste sábado. O acesso veio após uma convincente vitória pelo placar de 3 a 0 diante da Portuguesa, que ainda briga por uma vaga no G-4. O atacante Adriano, com dois gols ainda no primeiro tempo, foi o responsável por iniciar a festa no lotado estádio de Pituaçu, que contou com cerca de 32 mil torcedores. O zagueiro Nen fechou o placar com um gol nos acréscimos.
Depois de cair para a Série B no ano de 2003, o Bahia foi além em 2005 e foi rebaixado para a terceira divisão. Porém, a equipe baiana conseguiu retornar à divisão de acesso em 2008 e, dois anos depois, finalmente volta à Série A do Campeonato Brasileiro.
Com a vitória, o Bahia chega aos 65 pontos, confirma sua presença no G-4 até o fim do campeonato e de quebra ultrapassa o Figueirense, assumindo a vice-liderança. O time baiano, agora, é o único que pode tirar o título do Coritiba (70). Para que isto aconteça, são necessários dois triunfos do Bahia e duas derrotas do time paranaense nestas últimas rodadas. Caso o Coritiba empate um destes confrontos, a decisão iria para o saldo de gols.
Já a Portuguesa, que estaciona nos 56 pontos, complica seu possível retorne à elite, mas segue com chances. A disputa pela quarta vaga agora ficou restrita entre o time rubro-verde, o América-MG (59) e o Sport (56). Nas duas últimas partidas, a equipe paulista terá pela frente o Ipatinga, no estádio do Canindé, e o próprio Sport, na Ilha do Retiro, na 38ª e última rodada da Série B.
Um dos destaques desta Série B, Adriano iniciou a festa em Pituaçu logo aos 6min de jogo. O atacante foi lançado por Ávine na grande área e bateu de perna direita na saída de Weverton. Em seguida, o Bahia seguiu pressionando e Adriano chegou ao seu 14º gol na competição, se isolando na artilharia da equipe. Desta vez, o camisa 9 pegou sobra de escanteio e arriscou de fora da área; a bola desviou em Preto Costa e foi para as redes, aos 25min.
“Vamos manter a seriedade porque a Portuguesa é um time muito bom. Precisamos de um pouquinho mais de seriedade no passe porque temos condições de ampliar”, declarou o técnico Márcio Araújo, na saída para o intervalo. “A gente não pode ter dois erros assim. Precisamos colocar a bola no chão para reagir”, respondeu o volante Gláuber, da Portuguesa. Logo no início da etapa final, aos 4min, o Bahia teve grande chance de ampliar.
Adriano invadiu a área e foi empurrado pelo zagueiro Preto Costa. Pênalti. Porém, o atacante Jael mandou nas mãos do goleiro Weverton no canto direito e desperdiçou sua segunda penalidade consecutiva (havia perdido contra o Coritiba, no mesmo Pituaçu, na terça-feira retrasada). O pênalti perdido, porém, não tirou a alegria dos torcedores, que apoiaram Jael e começaram a gritar seu nome.
Já a Portuguesa aproveitou a cobrança desperdiçada pelo atacante do Bahia para crescer na partida. O time rubro-verde começou a pressionar o adversário em seu campo e as chances começaram a aparecer. Dodô, em lindo chute colocado defendido pelo goleiro Omar, e Fabrício, em finalização por cima do gol, da pequena área, assustaram os aficionados presentes no estádio de Pituaçu, que aos poucos foram diminuindo a cantoria.
Diante de tanta pressão, o goleiro Omar começou a se destacar e fez mais duas ótimas defesas; uma em chute de Marco Antônio e outra em cobrança de falta do lateral Paulo Sérgio. Ciente da dificuldade que seu time passava, a torcida do Bahia voltou a empurrar a equipe aos gritos de “vamos subir esquadrão” e assim o Bahia completou a vitória com um gol do zagueiro Nen, já nos acréscimos da partida. "

Sou da 1ª

http://www.ecbahia.com/

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A segurança em eletricidade


A importância da segurança para o profissional

Um profissional, seja ele qual for é, antes de tudo, um ser humano que possui família, amigos e uma história dentro da sociedade, que quando interrompida causa dor e tristeza, por este motivo é que devemos sempre nos preocupar com a segurança.
O que vemos no dia a dia, aqui no nosso país, é que estes profissionais, envolvidos por uma cultura escravista aceitam e acabam se sujeitando a situações de riscos desnecessárias e que poderiam ser evitadas. Com isso aumentam as estatísticas de acidentes de todas as naturezas. Alinhando com o objetivo da Abracopel vamos falar da segurança dos profissionais que atuam direta ou indiretamente em eletricidade.
Neste assunto podemos remeter às boas práticas de segurança difundidas através de normas técnicas ou regulamentadoras, como é o caso da NR-10, que já tratamos exaustivamente por aqui. Esta norma que regulamenta, mas antes de tudo fornece diretrizes para se executar um serviço com eletricidade, de forma minimamente segura, deve ser a bíblia do profissional que esteja nesta condição, ou seja, que vá interagir com ou nas proximidades de um circuito energizado, acima de 50 Vac ou 120DC.
E o que mais nos admira não é a falta de aplicação das dicas, se é assim que podemos chamar os itens desta norma, mas sim a falta total de interesse do profissional, o mais interessado neste assunto, para que se faça cumprir pelo menos os itens que diz respeito à segurança dele profissional.
A cultura do “Se eu não fizer outro vem e faz e eu perco o serviço” deve ser esquecida. O que devemos fazer é trabalhar com segurança sempre, estabelecer no seu cotidiano o objetivo de voltar para casa em segurança, não contando somente com a proteção divina, mas sim com o seu esforço e dedicação no que diz respeito ao trabalho de forma segura.
A maioria dos itens propostos nas normas são de fácil implementação e não dependem da interferência de patrões ou outras pessoas. Na maioria dos itens, estabelecer forma de trabalho seguro é planejar o trabalho e analisar os riscos de forma completa, e isso se aplica desde o profissional que vai entrar em uma cabine primária ou subir ao poste, como o profissional que vai substituir uma tomada em uma residência.
O planejamento das atividades com a análise completa dos riscos significa a diferença entre viver, morrer ou ficar acidentado. Leia a NR-10 e encontre nela todos os itens que independem de utilização de verba, façam as suas adequações, estabeleça para você, que seu dia será seguro e aplique.
Mude sua cultura do “é assim mesmo” para “hoje eu trabalharei com toda a segurança” e seja um profissional que trabalha correto e, na maioria das vezes com custos menores.

Artigo publicado pelo engenheiro eletricista e consultor do Programa Casa Segura,  Edson   Martinho.

Norma Brasileira


Brasil terá normas nacionais de segurança.
Nos próximos anos, o Brasil deve ganhar normas próprias que garantam a aplicação de requisitos de segurança em eletricidade, estabelecidos em normas como a NR-10 e outras que tratem do assunto. Esta foi a proposta do 1º encontro promovido pela Comissão de Estudos CE 03:064.12 - Segurança em Eletricidade, do Cobei/ABNT, formada por sindicatos, empresas, associações, institutos, órgãos do governo, representantes de projetistas, entre outros, que se reúnem com a finalidade de criar normas brasileiras que contemplem requisitos de segurança aos profissionais da eletricidade, baseadas em normas já existentes.
O engenheiro eletricista, secretário da Comissão e diretor executivo da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), Edson Martinho, conta que a idéia de elaborar uma comissão que tratasse especificamente de aspectos de segurança surgiu durante a realização do IV Seminário Internacional da Engenharia Elétrica na Segurança do Trabalho (ESW Brasil 2009), promovido em Blumenau (SC), quando o Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE), juntamente com a Abracopel, percebeu a necessidade de estabelecer um parâmetro nacional.
“Este processo começou em setembro de 2009, sendo que no final de setembro deste ano, recebemos o comunicado, em primeira mão, que a solicitação que fizemos havia sido aprovada”, relata.
Martinho explica que as normas a serem elaboradas não terão como princípio as normas do International Electrotechnical Commission (IEC), o que ele considera ser um grande desafio. “Se conseguirmos formatar as normas nacionais, levaremos do Brasil aos demais países, o que seria o processo inverso do que acontece”, sustenta.
As normas geradas interligarão todas as outras existentes relacionadas à eletricidade. “Teremos que interagir com todas elas para não haver nenhum conflito”, enfatiza o engenheiro.
Inicialmente as normas serão baseadas na norma europeia EN 50110, que recomenda aspectos de segurança em eletricidade. Tal norma foi também utilizada como base para a criação da NR-10. “O primeiro passo da Comissão é traduzir esta norma, para que, na próxima reunião, possamos trazer a norma traduzida, e a partir dela, começarmos a estudar a elaboração das normas nacionais”, conta Martinho.
A próxima reunião da Comissão está prevista para fevereiro de 2011.


:: Por Luciana Freitas www.portallumiere.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

Aterramento

http://www.youtube.com/watch?v=JE3gPwCnRIw

Burn out

GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO

Perfeccionismo é fator de risco para esta doença insidiosa, que ataca a motivação de gente que rala, sem distinção de cargos hierárquicos.

O "burn out", termo que em inglês designa a combustão completa, está incluído no rol dos transtornos mentais relacionados ao trabalho. Foi a terceira maior causa de afastamento de profissionais em 2009, segundo dados da Previdência Social.

A síndrome é bem mais que "mero" estado de estresse, não pode ser confundida.

Esse transtorno psíquico mescla esgotamento e desilusão. Pode ser desencadeado por uma exposição contínua a situações estressantes no trabalho, explica a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente no Brasil da Isma (International Stress Management Association), entidade que pesquisa o "burn out".
Filipe Redondo/Folhapress
O professor Cláudio Rodrigues, afastado por causa da doença, disse sentir que o seu trabalho "não vale a pena"
O professor Cláudio Rodrigues, afastado por causa da doença, disse sentir que o seu trabalho "não vale a pena"

"A doença é gerada pela percepção de que o esforço colocado no trabalho é superior à recompensa. A pessoa se sente injustiçada e vai se alienando, apresentando sintomas como depressão, fobias e dores musculares."

É a doença dos idealistas, diz Marilda Lipp, do Centro Psicológico de Controle do Stress e professora de psicologia da PUC-Campinas.

"O 'burn out' é um desalento profundo, ataca pessoas dedicadas demais ao trabalho, que descobrem que nada daquilo pelo que se dedicaram valeu a pena."

O estresse, compara Lipp, tem um componente biológico forte, ligado a situações em que o corpo tem de responder ao perigo. Já o "burn out" é um estado emocional em que a pessoa não sente mais vontade de produzir.

"Tem a ver com o valor depositado no trabalho", diz Lipp. "Quem apresenta exaustão emocional, não se envolve mais com o que faz e reduz as ambições pode estar sofrendo do transtorno."

O diagnóstico não é fácil: a apatia gerada pelo "burn out" pode sugerir depressão ou síndrome do pânico.

Médicos, professores e policiais são grupos de risco, diz Duílio de Camargo, psiquiatra do trabalho ligado ao Hospital das Clínicas.

DESMAIOS

O professor Cláudio Rodrigues, 43, entrou em combustão total por duas vezes. Começou como um estresse, que foi se acumulando ao longo de dez anos.

Ele lecionava 13 horas por dia numa escola da zona sul de São Paulo. E se frustrava com salas lotadas e alunos desinteressados, conta.

"Via um aluno meu entregando pizza junto com alguém que nunca tinha estudado. Eu me sentia impotente como professor". Deprimido, se manteve afastado das salas por dois anos. Em 2004, depois de receber acompanhamento psiquiátrico e tomar medicação, voltou. Em maio deste ano, recaiu.

"Nada tinha mudado na escola, estrutura péssima. Eu me sentia responsável por estar levando todos os alunos a um caminho sem futuro."

No meio de uma aula, o professor começou a suar e sentir o corpo ficar mole. Saiu e desmaiou na escada. Na semana seguinte, enquanto caminhava para o trabalho, desmaiou de novo. Está afastado desde então.

"Sinto uma insatisfação por ver que o meu trabalho não vale a pena", desabafa.

A vigia Lucimeire Stanco, 34, também passou um tempo licenciada por causa de "burn out". Em 2006, ela fazia a ronda noturna em um colégio da zona leste. Passava a noite só e por duas vezes teve que se esconder quando tentaram invadir o lugar.

"Sentia desânimo porque não me tiravam daquela situação. Me sentia rejeitada, vítima." Ela se tratou e se readaptou. Hoje, só trabalha de dia, e acompanhada de outros vigias.

Casos como esses são tratados com psicoterapia e antidepressivos mas, segundo Marilda Lipp, a medicação só combate os sintomas.

"A pessoa precisa reavaliar o papel do trabalho em sua vida, aprender a dizer não quando não tem condições de executar algo e reconhecer o próprio valor, mesmo que outros não o façam."

FACA NA GARGANTA

"Eu era infeliz e não sabia", afirma a empresária Amália Sina, 45. Hoje ela é a dona do negócio, mas há quatro anos, era a vice-presidente, na América Latina, de uma multinacional e responsável pelas atividades da empresa em 22 países.

"Dava aquela impressão de que o mundo girava em torno do trabalho, sempre com a faca na garganta", diz.

Para a empresária, o apoio que teve da família e a prática de exercícios a ajudaram a suportar as pressões. Até ela deixar a função executiva.

A empresária adotou a estratégia correta para prevenir um "burn out", segundo o psiquiatra Duílio de Camargo. "A pessoa chega a esse estado sem saber o que tem. Se não tiver acolhimento da família, o desconforto aumenta."

Na visão de Eugenio Mussak, fisiologista e professor de gestão de pessoas, as providências para prevenir essa patologia do trabalho devem partir tanto do sujeito quanto da empresa.

Segundo Mussak, todo mundo que trabalha bastante deve se permitir algumas atividades diárias cuja única finalidade seja o prazer, para compensar o clima estressante. E se o ambiente de trabalho puder criar um "estado de férias", melhor ainda.

"Chefes compreensivos, que valorizam o esforço e respeitam os limites de seus subordinados criam um ambiente menos favorável ao "burn out'", diz o professor.

Ele continua: "É preciso respeitar o limite entre o que é profissional e o que é pessoal, e a empresa deve estimular o trabalhador a respeitar esses limites também."

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O PROBLEMA NÃO É A DISCIPLINA

Todos os dias os Professores estão às voltas em preparar o Plano de Aula ou o Semanário com as aulas a serem dadas naquela semana. As tarefas são planejadas, os materiais são separados. Ele crê que ao fazer desse modo, os alunos aprenderão, e se algo der errado simplesmente aplica a disciplina.

Então..... algo dá errado e os problemas aparecem. O Professor procura preparar a aula seguinte perguntando-se o que ele pode fazer para conseguir a atenção dos alunos, ou motivá-los a empenharem-se nas aulas. Acreditando que alunos mais atentos e motivados oferecerão menos problemas de disciplina.

Mas, no dia seguinte o ciclo repete-se e o Professor continua tentando lidar com a falta de disciplina dos alunos.
O problema é que a maioria dos Professores não gastam nenhum tempo gerenciando as suas salas de aula. Se os procedimentos de gerenciamento de sala de aula fossem ensinados, a maioria dos problemas de disciplina na sala desapareceria e mais tempo sobraria para ensinar.

Você entra na sala de aula munida com os materiais e o Plano de Aula, naquele dia você até criou uma aula mais divertida para prender a atenção dos alunos, porém isso não é o suficiente.

Se você ainda não criou procedimentos para: prender a atenção dos alunos, distribuir as tarefas, entrar na sala de aula, registro da aula no caderno, trabalho em grupo, procedimentos para faltas e atrasos, entregas de trabalhos e tarefas, apresentação de seminários, procedimentos para quando um aluno finaliza as tarefas antes de todos e um sem número de outras situações que necessitam de novos procedimentos, então lhe digo que quem controla a sala de aula não é você e sim os seus alunos. Eles é que de fato estão gerenciando a sua sala de aula do jeito que eles querem.

Um Professor eficiente é um mestre no gerenciamento da sala de aula, pois ele sabe que o sucesso do aluno apenas ocorrerá quando o ambiente da sala de aula estiver organizado e estruturado para que o aprendizado possa ocorrer. E isso só acontece quando o aluno está realmente engajado na execução das tarefas.

Gerenciamento da Sala de Aula e Disciplina não são a mesma coisa. O Professor não disciplina a sala de aula, ele gerencia a sala de aula. Nenhum aprendizado ocorre quando você fica o tempo todo disciplinando. Tudo que a disciplina faz é minimizar um comportamento incorreto, porém não garante aprendizado. O aprendizado só ocorre quando os alunos estão concentrados na realização das tarefas.

- DISCIPLINA: tem a ver em como os alunos se COMPORTAM
- PROCEDIMENTOS: tem a ver em COMO as coisas devem ser FEITAS
- DISCIPLINA: tem a ver com punição e recompensas
- PROCEDIMENTOS: não existe punição e nem recompensas

A grande maioria dos problemas que os Professores chamam de `problemas de comportamento`, nada tem a ver com indisciplina. O problema número um na educação não é a falta de disciplina, é a falta de procedimentos e rotinas que acabam deixando os alunos `no escuro`sem saber como proceder na sala de aula.

Para que os alunos saibam o que se passa na cabeça do Professor é necessário que o mesmo se manifeste criando os procedimentos e rotinas para o bom funcionamento da aula.

PORQUE OS PROCEDIMENTOS SÃO IMPORTANTES ?

Os alunos aceitam prontamente a idéia de ter um conjunto bem definido de procedimentos, porque isso simplifica o seu dia a dia. Procedimentos eficientes possibilitam que várias tarefas sejam realizadas dentro do tempo previsto, com o mínimo de confusão e perda de tempo.

Quando os procedimentos não são estabelecidos, muito tempo da aula é gasto na organização e realização das atividades. Como resultado surgem os comportamentos indesejáveis e então gasta-se mais tempo tentando colocar ordem no ambiente.

Os procedimentos são o alicerce que dão sustentação ao aprendizado dos alunos. O rendimento final dos alunos está intrinsecamente ligado a como o Professor estabelece o controle da sala de aula por meio dos procedimentos criados logo na primeira semana de aula.



Roseli Brito
Pedagoga - Psicopedagoga - Neuroeducadora e Coach
www.sosprofessor.com.br

PLANEJAMENTO ESCOLAR E INDISCIPLINA

PLANEJAMENTO ESCOLAR E INDISCIPLINA

O ano começa e com ele novas expectativas de maiores realizações pessoais. O trabalho pedagógico também deve renovar-se e alcançar novos resultados. O instrumento que norteia todo o processo educativo é o Planejamento Escolar.

Entretanto, os bimestres passam e a mudança nos alunos em termos de caráter, amadurecimento, relacionamentos são muito poucas. A indisciplina é a mesma, falta motivação, interesse e comprometimento.

Mas, o que acontece realmente, que faz com que no final do ano, o sentimento de expectativa inicial tenha se transformado em frustração, e constatação de que o planejamento não " funcionou ".

A grande questão que faz com que boa parte dos planejamentos falhem, é que eles são muito centralizados em conteúdos, estratégias de ensino, dar conta do livro didático, avaliações, e por esta razão abrangem apenas 50% do processo de educar, pois ignoram outras questões fundamentais que precisam ser trazidas em pauta e que extrapolam a sala de aula.

Planejamento Escolar não é uma perda de tempo, também não é um documento que é feito uma vez por ano e guardado em uma gaveta, não é algo imutável que não deva ser ajustado ao longo do caminho, e também não é simplesmente copiar e colar os conteúdos do livro didático apenas distribuindo-os ao longo dos bimestres. Planejamos para alcançar algo, para criarmos alguma coisa, para atingirmos um objetivo.

É preciso um novo modelo de planejamento pedagógico, que priorize o desenvolvimento da pessoa, e não apenas do aluno. Desenvolver uma pessoa vai muito além dos livros didáticos, das provas, avaliações e lições de casa.

Aqui está o esboço de um Plano de Ação com dez itens para serem considerados no seu próximo planejamento:


1.
RESULTADOS DO ANO ANTERIOR: analise os resultados do que deu certo e errado no ano anterior (levantamento de números e causas),
2.
QUALIDADE DO APRENDIZADO: crie um sistema de avaliação que priorize a qualidade de aprendizado e não apenas a quantidade de conteúdo memorizado,
3.
FAZER DIFERENTE: levante novas estratégias pedagógicas, adequadas aos modelos de aprendizagem dos seus alunos,
4.
GERENCIAMENTO DA SALA DE AULA: crie procedimentos para o gerenciamento e gestão de sala de aula,
5.
RESOLUÇÃO DE CONFLITOS: crie um sistema de resolução de conflitos (aluno x aluno), (aluno x professor), (professor x pais),
6.
RELACIONAMENTO COM A FAMÍLIA: crie estratégias para encantar e se relacionar com as famílias dos alunos,
7.
PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA: crie estratégias e atividades para a participação da família no ambiente escolar e fora dele,
8.
HABILIDADES E NECESSIDADES: levante pontos fortes e fracos dos alunos, trace objetivos, crie intervenções e monitore semanalmente,
9.
PORTFOLIO INDIVIDUAL: levante os modelos de aprendizagem dos seus alunos e trabalhe as inteligências,
10.
PORTFOLIO DO PROFESSOR: levante seus pontos fortes e fracos e trace um plano para sua mudança pessoal, com metas, estratégias e tarefas a realizar.

Esses 10 itens compõem a parte dinâmica e viva do Planejamento Escolar, o verdadeiro Plano de Ação que conduzirá os alunos a um novo patamar de aprendizado, não apenas pedagógico, mas de vida, de auto estima, de relacionamento, de valores, de novas e maiores possibilidades.

Agora você já tem o esboço do grande Plano de Ação para começar o ano. Afinal, um ano só pode ser chamado de novo, se novas coisas forem feitas. Lembre-se, os resultados sempre são proporcionais ao esforço que fazemos. Você é a peça fundamental do Planejamento Escolar, com você ele ganhará vida, e o seu aluno conquistará asas.

Roseli Brito
Pedagoga - Psicopedagoga - Neuroeducadora e Coach

Dimensionamento econômico e ambiental de condutores elétricos:

Convite especial – Webinar

Dimensionamento econômico e ambiental de condutores elétricos: conceitos e apresentação de software de dimensionamento

Por Eng. Hilton Moreno, especialista em instalações elétricas,
Diretor Geral da Hilton Moreno Consulting

Datas (duas disponíveis):

12/11/2010 - das 10h às 11h (horário de Brasília, Brasil) - (Código web1211)

22/11/2010 - das 10h às 11h (horário de Brasília, Brasil) - (Código web2211)

O Leonardo Energy, o Portal da Eficiência Energética, tem o prazer de convidá-lo a participar do webinar Dimensionamento econômico e ambiental de condutores elétricos: conceitos e apresentação de software de dimensionamento.

Resumo da apresentação:

O procedimento geralmente usado para a seleção de uma seção de cabo conduz à mínima área de seção transversal admissível, a qual também minimiza o custo do investimento inicial do cabo. Ele não leva em conta o custo das perdas que acontecerão durante a vida do cabo. Sob o ponto de vista de todo o sistema elétrico, desde a geração de energia até sua utilização final, as perdas nos condutores implicam diretamente num aumento no consumo de combustíveis e outros insumos necessários para gerar a energia perdida. Com isso, aumentam na mesma proporção as emissões de gases de efeito estufa (CO2), contribuindo assim para um incremento nos danos ambientais.

Desta forma, combinando o dimensionamento econômico de condutores (que reduzem as perdas térmicas) com cálculos de impacto ambiental relativos à redução da emissão de CO2, é possível obter-se uma seção de condutor elétrico que ao mesmo tempo reduza perdas, otimize investimentos e reduza o impacto no meio-ambiente.

O objetivo do webinar é apresentar a metodologia que permite aos projetistas e profissionais em geral realizarem este dimensionamento, apropriadamente chamado modernamente de "dimensionamento econômico e ambiental de condutores elétricos".

Além disso, este webinar apresenta um software desenvolvido pelo Procobre que serve para facilitar a aplicação das equações envolvidas nos dimensionamentos econômico e ambiental. Dentre outras funções, mostra como somar os custos iniciais, custos operacionais e custos totais de grupos de circuitos, obtendo assim a economia total e o período de retorno de investimento global de uma dada instalação, além de obter a redução total nas emissões de CO2 resultantes dos dimensionamentos ambientais.


Palestrante:

Hilton Moreno é Engenheiro Eletricista pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (1980). Possui larga experiência profissional e reconhecimento nacional e internacional como especialista no setor elétrico. Atua intensamente em fóruns de normalização técnica nacionais e internacionais. Ex-professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia Mauá entre 1987 e 2004, titular da cadeira de Instalações Elétricas. Atualmente é professor do Curso MBA de Gestão de Energia, titular da cadeira de Normalização Técnica, da Fundação Santo André, SP. Palestrante em congressos, seminários, workshops e cursos no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa (com mais de 500 apresentações para mais de 20 mil pessoas). Autor e coautor de várias publicações entre livros, manuais, guias, etc. e de inúmeros artigos técnicos. Colaborador das mais importantes revistas técnicas brasileiras do setor elétrico, sendo atualmente coordenador técnico da Revista O Setor Elétrico. Membro do Conselho Consultivo da ABEE-SP - Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas. Ex-presidente da NEMA Brasil - Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Elétricos entre 1999 e 2008. Diretor do CINASE - Circuito Nacional do Setor Elétrico e Diretor Geral da Hilton Moreno Consulting, empresa especializada em educação tecnológica a distância e presencial.


Inscrições:

O evento é gratuito e as vagas são limitadas.
Para participar é necessário um computador com boa conexão à internet.

Para inscrição do webinar do dia 12/11 (código web1211),
clique aqui ou acesse http://leonardo-energy.org/portugues/?page_id=681

Para inscrição do webinar do dia 22/11 (código web2211),
clique aqui ou acesse http://leonardo-energy.org/portugues/?page_id=651

Contamos com a sua participação!

Equipe Leonardo Energy Brasil